Cenário econômico mundial, incentivos do governo e bons números definirão próximos anos
Carsale - O setor automotivo brasileiro está entrando num novo patamar, em comparação com épocas passadas. De acordo com dados divulgados pela consultoria Jato Dynamics nesta quinta-feira (4), o Brasil fechou o primeiro semestre de 2011 como quinto principal maior mercado do mundo, quando o assunto é veículos. Nos seis primeiros meses do ano foram comercializados, entre automóveis de passeio e comerciais leves, 1.637.776 unidades, número 9,5% maior que o registrado no mesmo período do ano passado (1.495.036).
Em conjunto com este cenário, o mundo inteiro vive momentos de incertezas e com possibilidade de uma nova crise financeira. Como já dissemos (leia mais), Estados Unidos e Europa estão passando os últimos dias em uma gangorra, algo que pode afetar inclusive essa boa onda do nosso mercado. Para combater isso, como foi feito na época da crise mundial de 2008, o Governo Federal está agindo rápido e divulgando planos para novos pacotes de incentivo ao mercado.
Inicialmente, o Ministro da Fazenda, Guido Mantega, divulgou um grande pacote de incentivos à indústria, que inclui o setor automotivo dentro da lista principal de beneficiados. Dias depois, foi anunciado um novo plano de redução do imposto de produtos industrializados (IPI) para a indústria automobilística. Algo que, mesmo sem definições de alíquota e clareza nos reais segmentos atingidos, já gera uma movimentação nos bastidores.
De acordo com o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Cledorvino Belini, o cenário geral do setor automotivo brasileiro deve sofrer grandes mudanças. “Hoje as economias mundiais estão instáveis. Em contrapartida vivemos um grande momento dentro da indústria nacional, e agora, motivados com novos incentivos por parte do Governo Federal. Ainda não sabemos como serão os próximos anos, mas a hora é de reflexão e análise para que tudo seja centralizado em mais números positivos”, disse o executivo.
Reflexão também nas importadoras
No lado das importadoras de veículos brasileiras, um grupo de empresas que vem ganhando cada vez mais importância no setor automotivo brasileiro, principalmente com a chegada ao mercado das marcas chinesas, o momento também é de observação. Segundo o vice-presidente da Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva), Paulo Sérgio Kakinoff, ainda é cedo para traçar um planejamento mais concreto.
“Observando o mercado como um todo, o momento é de entender qual será o resultado final, para então pensar quais serão os próximos passos. No caso da Abeiva, acredito que seja ainda mais complexo, já que passamos por um grande momento de transição. A cada mês recebemos solicitações de novos associados. Está tudo muito volumoso, tanto é que estamos em um momento de balanço institucional”, contou Kakinoff.
Em conjunto com este cenário, o mundo inteiro vive momentos de incertezas e com possibilidade de uma nova crise financeira. Como já dissemos (leia mais), Estados Unidos e Europa estão passando os últimos dias em uma gangorra, algo que pode afetar inclusive essa boa onda do nosso mercado. Para combater isso, como foi feito na época da crise mundial de 2008, o Governo Federal está agindo rápido e divulgando planos para novos pacotes de incentivo ao mercado.
Inicialmente, o Ministro da Fazenda, Guido Mantega, divulgou um grande pacote de incentivos à indústria, que inclui o setor automotivo dentro da lista principal de beneficiados. Dias depois, foi anunciado um novo plano de redução do imposto de produtos industrializados (IPI) para a indústria automobilística. Algo que, mesmo sem definições de alíquota e clareza nos reais segmentos atingidos, já gera uma movimentação nos bastidores.
De acordo com o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Cledorvino Belini, o cenário geral do setor automotivo brasileiro deve sofrer grandes mudanças. “Hoje as economias mundiais estão instáveis. Em contrapartida vivemos um grande momento dentro da indústria nacional, e agora, motivados com novos incentivos por parte do Governo Federal. Ainda não sabemos como serão os próximos anos, mas a hora é de reflexão e análise para que tudo seja centralizado em mais números positivos”, disse o executivo.
Reflexão também nas importadoras
No lado das importadoras de veículos brasileiras, um grupo de empresas que vem ganhando cada vez mais importância no setor automotivo brasileiro, principalmente com a chegada ao mercado das marcas chinesas, o momento também é de observação. Segundo o vice-presidente da Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva), Paulo Sérgio Kakinoff, ainda é cedo para traçar um planejamento mais concreto.
“Observando o mercado como um todo, o momento é de entender qual será o resultado final, para então pensar quais serão os próximos passos. No caso da Abeiva, acredito que seja ainda mais complexo, já que passamos por um grande momento de transição. A cada mês recebemos solicitações de novos associados. Está tudo muito volumoso, tanto é que estamos em um momento de balanço institucional”, contou Kakinoff.
Fonte: Carsale
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