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16 maio 2017

Cuidados com o sistema de escapamento

Quantas vezes ao andar pela rua você se deparou com um escapamento de carro pendurado, quebrado ou furado? Pois então, por mais simples que pareça, essa peça exige cuidados mais do que importantes para o funcionamento do carro, o ajudando assim a manter sua vida útil e o respectivo valor no mercado.

Geralmente quando aquele barulho incômodo aparece já é possível saber que há algo de errado com o escapamento. Isso ocorre porque uma das principais funções da peça é absorver os ruídos do motor o mantendo assim no nível exigido pela legislação vigente. Grande parte dos sintomas do seu mau estado passam imperceptíveis, fazendo com que uma séria brecha se abra para o agravamento de futuros problemas. Um caminho para se prevenir de tais inconveniências é a constante realização de check-ups do carro, a fim de manter a manutenção da peça em dia.

Os cuidados ao dirigir são outro critério importante. Devido a sua frágil localização, o escapamento se mantém exposto a diversos possíveis acidentes. Manter a atenção ao passar por lombadas ou desníveis de vias é primordial, pois qualquer impacto eventual pode prejudicar a sua eficácia.

Junto a estas cautelas existem outras dicas que certamente te ajudarão a usufruir de todos os benefícios do escapamento:


  • – Sempre que possível, verifique os fixadores e abraçadeiras;
  • – Faça inspeções a cada 3 meses;
  • – Verifique a qualidade da peça;
  • – Faça a revisão completa a cada seis meses ou a cada 20 mil quilômetros;
  • – Se alguma peça do sistema apresentar defeito, estiver corroída ou com falhas, o único concerto é a troca;
  • – Cuidado ao passar obstáculos elevados, pontiagudos ou soltos na estrada, como por exemplo um galho de árvore, pois o escapamento pode ser atingido e ficar danificado;
  • – Evite fazer o carro pegar no tranco. Essa prática pode deixar a gasolina que não foi queimada escorrer pelo sistema de escapamento e isso pode danificá-lo.


Com todas essas instruções seu carro terá uma vida útil prolongada e não sofrerá com os danos relacionados ao mau estado da peça.

Fonte: Revista o Balconista

20 outubro 2011

Cuidados com o escapamento

Como cuidar corretamente do escapamento
Cuidados com o sistema de exaustão podem evitar desgaste e até problemas no motor

  Getty Images
Manutenção correta do sistema de escape evita poluição e ruídos
Uma pesquisa feita pela Central de Inteligência Automotiva (Cinau) com 1.100 oficinas na Grande São Paulo aponta que reparação de escapamento é um dos dez serviços mais realizados. Mas por que o sistema de exaustão requer tanto conserto?
O diretor de treinamento do Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios do Estado de São Paulo (Sindirepa), Cesar Samos, diz que vários fatores podem levar ao seu desgaste prematuro. Por outro lado, muitos deles podem ser evitados apenas com alguns cuidados dos motoristas. Veja algumas dicas para cuidar do sistema e evitar que o buraco seja mais embaixo.

Causas do desgaste prematuro
A vida útil do escapamento pode ser comprometida por motivos aparentemente simples, mas muito comuns. O uso de combustível adulterado é um dos principais. Henry Grosskopf, especialista em sistema de exaustão e gerente de engenharia de produtos da Tuper, explica: “água, solvente ou qualquer outro produto adicionado ao combustível aumenta a corrosão do sistema, devido ao acúmulo de líquido e aos gases mais agressivos resultantes da queima”. Ele sugere que o motorista abasteça somente em postos conhecidos.
Comparação entre peça nova e desgastada do sistema de escapamento
Andar por trajetos curtos também pode levar o escapamento a apresentar problemas mais cedo. “Quando o veículo percorre pequenos trechos, não há tempo para que o sistema chegue à temperatura ideal para a combustão e, consequentemente, há acúmulo de água na tubulação e nos silenciosos intermediário e traseiro”, conta Henry.
O automóvel que é pouco usado é outro que corre o risco de ter o escapamento corroído em pouco tempo. “A falta de uso diminui a vida útil pela metade. Geralmente, o sistema de exaustão tem que ser reparado a cada dois anos, principalmente para troca do silencioso traseiro. Já o catalisador, responsável por diminuir os níveis de emissões do carro por meio de uma reação química, deve ser substituído a cada 80 mil quilômetros. Os veículos que circulam pouco chegam a passar por esse tipo de substituição em menos de um ano, enquanto táxis que rodam diariamente têm o silencioso trocado a cada três ou quatro anos”, relata Ricardo Vicente Arena, dono de um centro automotivo.
Até mesmo aquela batidinha na lombada pode ser imperdoável e comprometer o escapamento. “Uma vez furado ou quebrado, os gases acabam saindo antes de passar por todo o sistema de exaustão. E o que acontece? Além de expeli-los de maneira incorreta, o carro exige mais do motor, que pode apresentar problemas, render menos, consumir mais combustível e, consequentemente, poluir mais”, explica Samos, que acrescenta que, se o escapamento estiver amassado, a saída dos gases pode ser prejudicada e o desempenho do propulsor, comprometido.

O escapamento está com defeito?
O escapamento pode apresentar diversos defeitos, como corrosão, amassados e até se desprender do carro, caso os coxins (que são as borrachas que o fixam) estejam ruins. “Se tiver algum furo, o correto é substituir a peça. A solda camufla o problema apenas temporariamente, pois o seu interior permanece prejudicado. E, ao instalar uma peça nova no sistema, é preciso checar as demais para não haver o risco de algumas delas se soltarem e causarem ruídos indesejáveis”, aponta Grosskopf.
Para saber se o sistema apresenta algum problema, é imprescindível ficar atento ao aumento de ruído e ao cheiro forte de combustível. Mas Grosskopf alerta: “Isso não é suficiente. O motorista deve fazer a revisão de acordo com as orientações do manual do proprietário de seu veículo, mesmo que tudo esteja aparentemente em ordem. Nas oficinas, eles vão levantar o carro e inspecioná-lo. Nas mais modernas, são feitas medições de ruídos e de emissões”.
O problema mais grave no catalisador é o desprendimento da sua cerâmica interna. “Nesse caso, não tem jeito. Ele perderá sua função e é necessário trocá-lo”, salienta Arena.

Padrão de qualidade
Com a inspeção veicular na cidade de São Paulo, que mede o nível de ruídos e as emissões de poluentes, o escapamento é posto em xeque. Se houver alguma irregularidade em um dos itens do sistema, como peças desgastadas e soltas, o carro é reprovado logo no teste visual.
Por isso, o diretor do Sindirepa, avisa: “ao trocar o silencioso, seja o intermediário ou o traseiro, escolha os que seguem os padrões de qualidade determinados pela legislação 418 de 2009 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e os requisitos prescritos na ABNT NBR 9714. Quanto aos catalisadores, procure os homologados pelo Inmetro”.

Fonte: Autonews

19 abril 2011

Sistema de Escapamento

Quais são as partes que compõem um sistema de escapamento ?

  • Tubo dianteiro ou Tubo motor



  • Catalisador

  • Silencioso intermediário

  • Silencioso traseiro


  • Quais as principais funções de cada uma das partes ?

  • Tubo dianteiro ou Tubo motor – é conectado ao motor iniciando a direção dos gases.

  • Catalisador – item obrigatório nos veículos, tem como função principal transformar através de reação química os gases nocivos em elementos não contaminantes.

  • Silencioso intermediário – é responsável pela primeira redução do nível sonoro, velocidade, temperatura e pressão dos gases.

  • Silencioso traseiro – redução final dos níveis de ruídos.


  • Quais as principais causas da deterioração do escapamento ?

  • Corrosão externa principalmente em ambientes salinos e com alta umidade.

  • Combustíveis de má qualidade.

  • Impactos em objetos.

  • Mal funcionamento do motor.


  • Quais os riscos de um escapamento em mal estado ?

  • Multa por ultrapassar os limites de ruído.

  • Penetração de gases no interior do veículo.

  • Acidentes causados por perda de um dos componentes.

  • Maior consumo de combustível.

  • Maior índice de poluição do ar.