Para José Goldemberg, demanda mundial pode triplicar até 2020.
Ele cobrou mais iniciativas para reduzir poluentes por parte das montadoras.A tecnologia brasileira atual para biocombustíveis é suficiente para que o Brasil triplique sua produção e domine o mercado nos próximos dez anos, estimou nesta terça-feira (7) o físico José Goldemberg, professor da Universidade de São Paulo (USP) e ex-ministro do Meio Ambiente.
Na avaliação do professor, o país precisa aproveitar a “janela de oportunidade” que se abre no mercado energético. Conforme estimativa apresentada pelo especialista durante o Ethanol Summit, a demanda por etanol no mundo pode saltar dos de 70 bilhões atuais para mais de 200 bilhões de litros até 2020, se forem cumpridas as metas dos países que determinaram mandatos de mistura do etanol à gasolina até o fim da década.