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09 fevereiro 2012

Inmetro divulga consumo de 105 modelos

Uno Mille Economy tem melhor desempenho, Ecosport tem pior

Daniela Bernardi
Fiat
O velho conhecido Uno Mille teve o melhor consumo dentre os 105 carros testados
O Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Tecnologia e Qualidade) divulgou os resultados do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular 2012. Com ele, o consumidor poderá comparar a eficiência energética e de consumo dos veículos de uma mesma categoria. A tabela contempla oito montadoras (Fiat, Ford, Honda, Kia, Peugeot, Renault, Toyota e Volkswagen) e tem 105 modelos, que correspondem a 55% do volume de vendas do mercado brasileiro.

Uma das novidades desta edição do PBE Veicular é o uso obrigatório da Etiqueta Veicular no vidro dos modelos participantes – a classificação vai de “A” (mais eficiente) até “E” (menos eficiente). A partir de 15 de abril, qualquer divulgação feita pelo fabricante/importador em seus comerciais, pontos de venda ou manuais deverão conter as informações. Dentre elas, também está inclusa a quilometragem por litro na cidade e na estrada.

O Uno Mille Fire Economy teve o melhor consumo geral entre todos os participantes. Na cidade, foram 8,9 km/l (etanol) e 12,7 km/l (gasolina); na estrada 10,7 km/l (etanol) e 15,6 km/l (gasolina). A Fiat foi a montadora com mais participantes, com destaque nos sub-compactos. O Uno Mille Fire Economy e o Novo Uno Economy Evo foram os únicos da categoria que receberam nota A.
   Divulgação

Considerando os veículos de passeio avaliados, o Ecosport XLT e o Ecosport Freestyle, da Ford, tiveram o pior rendimento com etanol na cidade (5,2km/l). Já o sedã grande da Toyota, o Camry XLE, ficou com o último lugar nos testes com gasolina, rodando apenas 7,5 km por litro. Para quem gosta de estrada, o Ecosport 4WD, da Ford, não é a melhor escolha; o off-road teve o pior desempenho com etanol (6,3km/l). Na mesma categoria, o Sorento, da Kia, teve o menor rendimento com gasolina na estrada (7,9km/l).

A Peugeot participou com apenas oito carros, que obtiveram um consumo médio razoável, mas nenhum deles recebeu nota A nem B. Já sua conterrânea, a francesa Renault, teve cinco modelos com nota máxima (Sandero Authentique e Expression, Logan Authentique e Expression, Fluence Dynamique, Duster Dynamique 4x4 e Kangoo Express) e nenhum automóvel da montadora apareceu com nota D ou E.

Confira aqui a tabela completa com os resultados.

   Divulgação
Renault foi destaque em notas do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular 2012
Fonte: Autoesporte

03 fevereiro 2012

Modelos terão sua eficiência energética exposta ao consumidor



Editora Globo
Os automóveis que participarão do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular em 2012 serão literalmente “etiquetados”. O Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Tecnologia e Qualidade), órgão que realiza os testes em parceria com o Conpet (Programa Nacional da Racionalização do Uso dos Derivados do Petróleo e do Gás Natural / Petrobrás), vai adesivar os vidros dos modelos avaliados. O objetivo é permitir que o consumidor compare a eficiência energética dos veículos de uma mesma categoria.

A tabela 2012 contempla oito montadoras (Fiat, Ford, Honda, Kia, Peugeot, Renault, Toyota e Volkswagen) e terá 157 versões de 105 modelos, que correspondem a 55% do volume de vendas do mercado brasileiro. A edição traz ainda duas novas categorias: utilitários esportivos e minivans. Essas se juntam as já existentes (subcompactos, compactos, médios, grandes, carga derivado, comercial e aventureiros).

A classificação vai de “A” (mais eficiente) até “E” (menos eficiente) e, para comparar veículos que usam combustíveis diferentes, os valores de consumo com álcool e gasolina aparecerão convertidos em joule – unidade que mede a energia produzida. Outra informação apresentada pela Etiqueta Veicular são os valores de referência da quilometragem por litro na cidade e na estrada. Como os testes são realizados em laboratório, há um controle e todos os modelos são expostos à mesma situação.

Para 2013, o Inmetro ampliará o programa: também serão avaliadas as emissões de CO2 de cada participante, já de olho nas futuras leis brasileiras de emissões.

Fonte: Autonews