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02 fevereiro 2012

GM fecha janeiro líder e Nissan é a sexta

Mercado brasileiro tem alta de 9,8% na comparação com janeiro de 2011

Diogo de Oliveira
   Divulgação
A briga que prometia se acirrar, esquentou de vez. Segundo o boletim das vendas de janeiro do mercado brasileiro de veículos, a General Motors é a nova líder de vendas de automóveis e comerciais leves, à frente de Fiat (2ª) e Volkswagen (3ª). E a Nissan enfim deu o ar da graça (e o fez com propriedade, diga-se): foi a sexta colocada no primeiro mês do ano, à frente de Toyota (7ª), Hyundai (8ª), Honda (9ª) e Citroën (10ª).

O resultado sólido da GM teve como protagonistas os novos sedãs Chevrolet Cobalt e Cruze – em especial o modelo compacto. Em seu segundo mês de vendas, o Cobalt somou impressionantes 5.906 unidades, total que lhe garantiu o 10º lugar no ranking dos mais vendidos. Para se ter uma ideia, entre os sedãs compactos o Cobalt só perdeu para o veterano Chevrolet Classic (9.633 unidades) e para o VW Voyage (6.404 unidades).

Editora Globo
Em seu segundo mês, o Chevrolet Cobalt (em testes no Blog Quarentena) somou quase seis mil unidades
Quem não embalou no segmento foi o (também novato) Nissan Versa. Contudo, embora não esteja vendendo como o Cobalt, o sedã mexicano começou 2012 muito bem, com um volume interessante de 1.581 emplacamentos – e a disputa promete engrossar com a reestilização do Voyage e a nova geração do Fiat Siena (leia aqui). De qualquer forma, a Nissan vive um momento especial. Aliás, o melhor em toda sua trajetória no Brasil.

E o principal responsável por essa ascensão da marca japonesa (agora 6ª colocada) é o hatch compacto March, lançado em outubro de 2011. O modelo importado do México ainda não vende como um popular, mas somou 2.555 unidades em janeiro, superando, por exemplo, Renault Clio (2.538 unidades) e Peugeot 207 (2.333 unidades). O “calcanhar de aquiles” da Nissan é a dependência dos mexicanos, que pode micar (leia aqui).

Fabio Aro
A nova geração do Honda Civic chegou às lojas brasileiras na metade de janeiro e já começa a fazer "barulho"
No segmento de médios, o destaque é o Chevrolet Cruze. O modelo totalizou 2.662 vendas e parece ter se consolidado na vice-liderança, atrás apenas de Toyota Corolla (3.626 unidades, 1º) e à frente do Volkswagen Jetta (2.094 unidades, 3º). Só que a nova geração do Honda Civic, que chegou às lojas no meio do mês, já dá sinais de que vai causar estragos na concorrência: foram 1.374 unidades em cerca de duas semanas.

Entre os utilitários esportivos, o destaque segue com o Renault Duster, que emplacou 2.031 unidades em janeiro e só não permaneceu à frente do rival EcoSport (2.163 unidades) porque a Ford fez promoção nas últimas semanas – para preparar o terreno para a estreia da nova geração (leia aqui). Já nas importadoras, o aumento do IPI começa a influenciar. Hyundai e Kia Motors e as chinesas (Chery, JAC Motors...) estão estáveis.

Editora Globo
O novato Renault Duster não sustentou a liderança em janeiro, à frente do EcoSport, mas segue em alta
Para o mercado de modo geral, janeiro foi um mês positivo na comparação com janeiro de 2011. Segundo o balanço da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), o avanço nas vendas foi de 9,8%, com 252.697 unidades contra as 230.129 unidades emplacadas em janeiro do ano passado. A previsão da Fenabrave é de que sejam comercializadas 3,575 milhões de veículos novos no país até dezembro.

Confira abaixo o “top dez” das montadoras e dos modelos em janeiro:

1) General Motors – 52.850 unidades
2) Fiat – 51.902 unidades
3) Volkswagen – 51.058 unidades
4) Ford – 22.204 unidades
5) Renault – 16.616 unidades
6) Nissan – 8.387 unidades
7) Toyota – 7.719 unidades
8) Hyundai – 7.635 unidades
9) Honda – 6.067 unidades
10) Citroën – 5.873 unidades

1) Volkswagen Gol (G4/G5) – 19.050 unidades
2) Fiat Mille/Novo Uno – 17.718 unidades
3) Chevrolet Celta – 12.857 unidades
4) Fiat Palio – 11.398 unidades
5) Chevrolet Classic/Corsa sedã – 9.633 unidades
6) Volkswagen Fox/CrossFox – 9.544 unidades
7) Ford Fiesta – 6.881 unidades
8) Fiat Strada – 6.828 unidades
9) Volkswagen Voyage – 6.404 unidades
10) Chevrolet Cobalt – 5.906 unidades

*Os números de vendas consideram apenas automóveis e comerciais leves.
Fonte: Autonews 

31 janeiro 2012

Sucessor do Chevrolet Agile será global

Compacto chega em 2015, pouco depois da reestilização do Agile em 2013

Da Redação
Editora Globo
O Agile foi lançado no Brasil em 2009 e recebeu muitas críticas por usar plataforma adaptada do Corsa 1994
O sucessor do Chevrolet Agile já tem previsão de estreia: será no fim de 2015. E mais, o hatch compacto será um carro global – mas com foco nos mercados emergentes. As informações foram confirmadas pelo presidente da General Motors da Argentina, Uruguai e Paraguai, Sergio Rocha. O executivo falou sobre o futuro do compacto aos parceiros do Autoblog Argentina, em evento nos arredores da capital Buenos Aires.

De acordo com Rocha, o substituto do Agile é parte do investimento de US$ 150 milhões que a GM anunciou em 2011 para a fábrica de Rosário – onde o modelo é produzido. O montante vai permitir a criação de um terceiro turno a partir de 31 de julho desse ano, abrindo 600 novos postos de trabalho e elevando a produção anual a 200 mil unidades. Esse número, segundo Rocha, garante a produção de um veículo global.

O executivo, porém, não afirmou que esse sucessor planetário representará o fim do Agile – que é um dos modelos de nacionalidade argentina mais exportados da atualidade. O chefão da GM da Argentina limitou-se a confirmar que a reestilização de meia vida do hatch pequeno será feita em 2013 – o que parece sensato, já que a agenda de lançamentos da GM para 2012 (na Argentina e no Brasil) está completamente lotada (leia aqui).

Editora Globo
Editora Globo

Fonte: Autonews

11 janeiro 2012

Buick Encore é o futuro crossover compacto Chevrolet

Novo utilitário esportivo virá ao Brasil e vai aposentar a Captiva

Glauco Lucena, de Detroit (EUA)
  Divulgação
Buick Encore apresenta a nova plataforma global de utilitários esportivos compactos da GM
O escudo e o acabamento mais requintado da Buick disfarçam bem, mas o fato é que Encore é novo utilitário esportivo compacto global da General Motors. E mais: o crossover revelado por inteiro nesta terça-feira (10), em Detroit (EUA), vai aposentar o Chevrolet Captiva mexicano e o Equinox, utilitário médio vendido no mercado norte-americano. O Encore usa a novíssima plataforma global para crossovers compactos.

No comunicado oficial, a GM diz que o utilitário chega às revendas da Buick no início do ano que vem. Até lá, a montadora vai apresentar a variante com a gravata dourada da Chevrolet (e acabamento mais modesto). Esta será a versão para competir com as versões mais caras do novo Ford EcoSport (leia aqui) e do Renault Duster no Brasil. A única questão indefinida é onde o modelo será produzido – de início, a GM vai montá-lo nos Estados Unidos e na Coréia do Sul, e com o fim da Captiva o México está nos planos.

Editora Globo
Apesar de menor, crossover vai aposentar a Captiva mexicana e o Equinox, utilitário médio vendido nos EUA
Na apresentação do Encore, a GM valorizou o espaço interno do crossover – que é um pouco mais encorpado que o novo EcoSport. Pelos dados técnicos, o porta-malas comporta 533 litros e chega a generosos 1.372 litros com o banco traseiro rebatido. O modelo também oferece posição de dirigir mais verticalizada e, no caso da versão Buick, a lista de série é bem completa, com controle de estabilidade, ABS e dez airbags.

Na mecânica, a GM escolheu o moderno motor 1.4 Ecotec, que associa injeção direta de gasolina a um turbocompressor. O bloco – já usado pelo sedã Chevrolet Cruze e pelo hatch Sonic – produz 140 cv e bons 20,4 kgfm de torque, despejados dos 1.850 aos 4.900 giros. O motor trabalha acoplado a uma transmissão automática de seis marchas e a tração é integral permanente (mas o Chevrolet também terá tração dianteira).

Editora Globo
Interior do Encore é bastante luxuoso, bem ao estilo dos carros da Buick; painel pode ter apliques de madeira
No Salão de Detroit, o presidente da GM do Brasil e Mercosul, Jaime Ardila, confirmou que a montadora lançará sete modelos Chevrolet inéditos em 2012 no Brasil. São eles a picape média S10, o Cruze hatch, a minivan de cinco e sete lugares (que aposenta Meriva e Zafira), as versões hatch e sedã do Sonic, a nova Blazer e o primeiro fruto do projeto Ônix. Já em 2013 serão três lançamentos, entre eles o crossover derivado do Encore.

(Colaborou Diogo de Oliveira)



  Divulgação
Visualmente, o Encore não revoluciona e lembra bastante o desenho da Captiva mexicana, sobretudo atrás
Editora Globo
Versão Buick tem tração integral, lista de série farta e usa o motor 1.4 Ecotec turbo de 140 cv de potência
Editora Globo
O Buick Encore, assim como a versão Chevrolet do crossover, só chegam às lojas no início de 2013
Fonte: Autonews

19 outubro 2011

Chevrolet Cruze é aprovado pelo Monza Clube

Monza Clube aprova o "neto" Chevrolet Cruze
Donos do revolucionário sedã dão boas vindas ao novo GM, e já prevêem novo clube


Cruze pode alcançar o sucesso que o Vectra não conseguiu ao substituir o clássico Monza
Trata-se de um exercício mental e tanto imaginar um sedã médio como o carro mais vendido do país. Mas foi assim entre 1984 e 1986 com o Chevrolet Monza, divisor de águas na linha de produtos da GM no Brasil, que até então sofria com uma gigantesca lacuna entre o pequeno Chevette e o luxuoso e cobiçado Opala. Lançado em 1982, o Monza foi descontinuado com a chegada da segunda geração do Vectra, em 1996. De tão carismático, o sedã deixou uma legião de fãs, muitos deles representados pelo Monza Clube do Brasil. Neste último final de semana, nas dependências da concessionária Disbrasa, em São Paulo, alguns proprietários do antigo modelo conheceram o Cruze – já batizado carinhosamente como o “neto” do Monza.
Mas o carinho não era tanto assim. Afinal, a resposta era unânime quando a pergunta era se venderiam seus Monzas para comprar um Cruze. Mas e o sucessor Vectra, tinha o mesmo carisma de seu antecessor? A resposta negativa também é quase unânime – ainda mais ao falar sobre a primeira geração, importada entre 1993 e 1996. O novo sedã representou o rompimento de um casamento muito feliz, o que pode ter influenciado o julgamento dos “monzistas”, que se esforçam para reconhecer o avanço tecnológico do Vectra. Mas e agora, com o Cruze, finalmente a GM criou um substituto à altura do clássico?

Fãs do Monza aprovaram esportividade do Cruze, mas sentiram falta de mais conforto
Test drive
Antes de rodarem brevemente com o novo sedã, os donos de Monza elogiaram seu visual, embora a ausência de um farol de dupla parábola tenha sido criticada. Quando os “monzistas” passaram para trás do volante, a opinião só melhorou. A fala geral é de que o Cruze pode retomar o prestígio da Chevrolet no segmento, arranhado pelo Vectra da última geração. Houve até quem cogitasse deixar o Monza pra trás – mas só de brincadeira, claro.
Dono de um Monza hatch 1983 e de um Omega 1999, Rui Pacheco colocou o Chevrolet acima de um forte concorrente. “Achei o carro muito amigável e intuitivo. Enquanto o Corolla é pesadão, o Cruze se comunica mais rápido com o motorista, que sabe perfeitamente o que está acontecendo do lado de fora. A suspensão traseira é um pouco dura, mas é característica da proposta mais esportiva”, analisa o advogado. O mesmo achou o vendedor Eduardo Lemos, que elogiou a dirigibilidade, mas que não se sentiu confortável nos bancos “um tanto duros, talvez por serem novos”.
Proprietário de um Monza Classic SE todo original com 14.000 km rodados, Marcos Carvalho não só aprovou o novato, como já decretou: “o Cruze veio para derrubar [a concorrência] e vai substituir o Vectra à altura. Daqui a dois anos, é provável que já tenhamos um Clube do Cruze”.
Para conferir nosso teste do Chevrolet Cruze, clique aqui.


Fonte: Autosporte

22 julho 2011

Chevrolet tem recorde centenário de vendas

Marca soma 2,35 milhões de veículos no semestre, melhor resultado em 100 anos

Editora Globo
Sedã médio Cruze chega em setembro ao Brasil para aposentar o Vectra; carroceria hatch só virá em 2012
A General Motors divulgou nesta quarta-feira (20) um balanço histórico de vendas da marca Chevrolet no mundo. Entre janeiro e junho deste ano foram emplacados 2,35 milhões de veículos com a gravata dourada nos quatro cantos do planeta, melhor resultado da Chevrolet nos últimos cem anos. Foram 286,5 mil unidades a mais que o total emplacado nos primeiros seis meses de 2010 – um avanço de 14%.
Esse resultado reflete volumes recordes de vendas da Chevrolet em diversos países. A lista traz Argentina, Brasil, Chile, China, Colômbia, Dinamarca, Equador, França, África do Sul e Turquia, sem falar na Rússia, que esse ano já acumula crescimento expressivo de 54% nas vendas. A recuperação do mercado norte-americano também foi decisiva para o balanço histórico, com 16% positivos e nove meses consecutivos de crescimento.
Editora Globo
Primeiro elétrico de produção em massa da GM, o Volt está entre os destaques da edição de agosto de AE
Hatch Sonic pode substituir o Astra no Brasil
Mundialmente, os Estados Unidos (e sua clientela altamente nacionalista) seguem como o maior mercado da marca, com 904,5 mil veículos Chevrolet emplacados no primeiro semestre. Esse montante, claro, deve-se à modernização recente da linha de produtos, com as estreias do hatch compacto Sonic (o equivalente do Aveo, na Europa e na Ásia), do elétrico Volt e sedã médio Cruze – que estreia em setembro no Brasil e já vendeu mais de 330 mil unidades no mundo em 2011.
Editora GloboO Brasil também tem grande participação no recorde. Segundo maior mercado da Chevrolet no mundo, o comércio brasileiro somou até agora 303,3 mil modelos da gravata dourada, com um detalhe: por aqui a GM ainda não iniciou a modernização de sua linha de veículos. Exceção do hatch Agile e da picape Montana, praticamente só há Chevrolets envelhecidos à venda, cenário que muda a partir de setembro, com o Cruze, e no início de 2012, quando (enfim!) chega a nova geração da picape média S10 (leia aqui).
Veja abaixo os cinco maiores mercados da Chevrolet no mundo:


Editora Globo

Fonte: Autonews

20 julho 2011

Opala: 40 anos de história

Em 1969 surgia o primeiro carro de passeio da GM brasileira. Uma história com um milhão de histórias
Chevrolet Opala, testado por Autoesporte em seu lançamento, em 1968
Há 40 anos a GM lançava o seu primeiro carro de passeio nacional, o Opala. A apresentação oficial do sedã aconteceu no Salão do Automóvel de 1968, mas suas vendas se iniciaram no ano seguinte. Na edição de março de 1969 Autoesporte exibia aos brasileiros o primeiro teste do modelo, nas duas versões disponíveis na época: a 2.500 e a 3.800. A revista rodou três mil quilômetros e testou os modelos, pela primeira vez, com cronômetro eletrônico TR2 da Omega, “dotado de células foto elétricas, que permitem registrar em fita medições até 1/1000 s.” Uma modernidade na época. Hoje, Autoesporte testa seus carros com aparelho por GPS via satélite.
“Externamente, o Opala é praticamente igual ao Opel Reckord, com exceção dos frisos cromados (modelo de luxo), da grade dianteira e outros pequenos detalhes”, dizia o texto de apresentação. E não é de hoje que os carros produzidos aqui têm qualidade diferenciada (leia-se pior) que os “irmãos” lá de fora. “Internamente, é grande a semelhança com o Opel, ainda que, comparado em relação ao acabamento, o nosso deixe muito a desejar.”
As críticas sobre o Opala nacional prosseguiam. “O banco dianteiro é muito alto, não oferecendo apoio para as costas e, nas curvas, os ocupantes escorregam com facilidade. O assento traseiro oferece comodidade razoável, afetada pelo pequeno espaço para as pernas que ainda sofrem a interferência do túnel do cardã.” A avaliação também citou que as formas côncavas das janelas “ocasiona entrada de água nos dias de chuva.”
“O modelo mais tranquilo é equipado com motor 4 cilindros em linha com 2.507 cc que proporciona 80 hp.

17 junho 2011

Chevrolet Colorado Rally deve substituir a S-10 em 2012

 COM CARA DE CARRO DE COMPETIÇÃO, PICAPE CONCEITUAL ANTECIPA VISUAL DA FUTURA S10

Chevrolet Colorado Rally
A nova S10 deve chegar ao Brasil apenas em 2012, mas quem não vê a hora de conhecê-la pode se contentar com a Colorado Rally. O carro-conceito é um aperitivo da próxima geração da picape da GM, que ocupa a liderança do segmento de picapes médias no Brasil há mais de uma década.

De cara, nota-se que a Colorado Rally incorporou o DNA global da Chevrolet. O parentesco com outros modelos da marca aparece no formato dos faróis e na grade frontal, dividida ao meio por uma barra que aloja a gravatinha dourada da marca. De lado, o visual limpo da carroceria contrasta com detalhes como os estribos estilizados e a tampa do tanque de combustível feita de alumínio. Atrás, a caçamba tem uma tampa vazada, solução que, segundo a GM, melhora a aerodinâmica e reduz o peso do veículo.

Os designers da Chevrolet transformaram a picape em um veículo pronto para disputar ralis. Além dos pneus todo-terreno na medida 306/60 R18, a Colorado é equipada com amortecedores de alto desempenho, guinchos para reboque instalados nos para-choques, santantonio, suporte para estepe e até uma caixa de ferramentas na caçamba.

Por dentro, o painel tem espaço para os instrumentos usados em competições, como os relógios de pressão e temperatura e os comandos que modificam vários ajustes do carro, desde rigidez dos amortecedores até ativação de duas bombas de combustível suplementares. O volante esportivo tem LEDs que indicam a rotação do motor e o momento ideal para a troca de marcha. A cabine ainda possui bancos concha equipados com cintos de segurança de cinco pontos (usados em corridas), gaiola de proteção contra capotagens, GPS e até reservatórios para armazenamento de soluções isotônicas para hidratação dos ocupantes.

A Colorado Rally é equipada com um motor 2.8 turbodiesel, que não teve seus números de desempenho divulgados pela GM. A sucessora da S10 será um projeto global. A montadora não confirma, mas a picape deve ser lançada no Brasil até o ano que vem.
FOTOS:
Colorado Rally

09 junho 2011

Comercial antigo: Linha Chevrolet anos 70

Linha Chevrolet anos 70
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